segunda-feira, 22 de março de 2010

DUBAI


É uma cidade diferente em busca de um charme próprio. Não sei se já conseguiu, mas está no caminho.

Ela é jovem, nascida a beira de um deserto, encostada no mar. Esparrama-se junto a uma enseada que mais parece um pequeno rio, não à toa chamado de Creek, palavra inglesa que quando se consulta o dicionário, lá aparece: riacho para os americanos e enseada para os ingleses. Mas, quando nos é apresentada, logo aprendemos que boa parte de sua vida transcorre um torno desta enseada ou deste creek.

A primeira impressão é que são muçulmanos construindo uma grande Barra da Tijuca, com suas avenidas, inúmeras mesquitas, centros comerciais e prédios, tudo muito planejado por arquitetos e urbanistas provavelmente famosos.

Luxo, muito luxo. Um verdadeiro showroom de arquitetura contemporânea, edifícios sofisticados, chiques, lindos e até alguns bregas, todos disputando o seu espaço.
Esta cidade é a expressão da riqueza do petróleo que é abundante nesta área, mas também da vontade visionária da dinastia Al Maktoum que a governa.

Hoje, em Dubai vivem pessoas originárias de mais de cem nacionalidades, muitas da Índia e do Paquistão. Constrói uma cidade cosmopolita, em ambiente natural inóspito e em ambiente cultural islâmico.

Amanhã vamos a caminhar pelo bairro dos arranha-céus, que de longe lembra mesmo é a silhueta de Nova Iorque.

Depois nois conta.


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